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A tecnologia pode nos sufocar

A tecnologia pode oferecer grandes oportunidades para expressão pessoal, conexão social e acesso à informação, por outro lado, o uso excessivo de tecnologia pode levar a problemas sérios como vício, isolamento social, ansiedade, depressão, o que pode ser sufocante, muitas pessoas não conseguem gerir. 

A tecnologia é o nosso café de todos os dias, que bebemos sem moderação, não importa a idade, todos consomem, mas esse uso excessivo carrega algumas contraindicações que deixamos passar. 

A tecnologia uniu, mas também separou, Muitas pessoas ficam sentadas em uma mesa de restaurante e cada pessoa fica conversando no seu celular, não conseguem interagir, no ônibus,no  no trem, as pessoas ficam conectadas e não conseguem olhar para a janela para observar as coisas à sua volta, perdem a beleza dos momentos.

As pessoas andam ansiosas, angustiadas, quanto mais consomem, mais querem consumir. Se uma pessoa fica sem acessar a internet, fica ansiosa e sente uma grande falta, gerando uma grande ansiedade.

Quantos maridos chegam correndo em sua casa e correm para os seus jogos? As mulheres que chegam em casa precisam cuidar de tudo. Quantas mulheres chegam para atendimento supercarregadas, exaustas por estarem carregando tudo sozinhas, a responsabilidade dos filhos da casa, e muitas têm uma longa jornada de trabalho. A linha entre trabalho e vida pessoal se dissolve quando estamos sempre conectados.

  Sobrecarga de informação: estamos constantemente bombardeados por notícias, notificações e atualizações.

Dependência emocional: redes sociais podem alimentar comparações, ansiedade e a necessidade de validação.

  Automatização excessiva: Quando tudo é mediado por algoritmos, perdemos o contato com o espontâneo e o humano.

Aqui vão algumas ideias para reconquistar o equilíbrio:

  • Desconectar intencionalmente: Criar momentos sem telas, como caminhadas ou refeições offline.
  • Filtrar o essencial: Escolher com cuidado o que consumir e de quem ouvir.
  • Revalorizar o silêncio: O tempo sem estímulos pode ser fértil para criatividade e reflexão.

Usar a tecnologia como ferramenta, não como mestre: Ela deve servir aos nossos propósitos, não ditá-los.

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